No momento em que o Brasil começa a delinear o ritmo de sua estrutura básica de desenvolvimento, já na metade da primeira década do século XXI, a Pesquisa Rodoviária CNT completa sua 10ª edição.
Ao longo destes anos, manteve-se intacto o espírito inovador da Pesquisa, originada a partir da necessidade de dotar o setor de transporte rodoviário, e o próprio país, de informações compatíveis com sua própria magnitude.
Seu desenvolvimento metodológico e sua confiabilidade foram se expandindo ao mesmo tempo em que crescia a extensão avaliada, fazendo com que a Pesquisa Rodoviária CNT se constituísse, hoje, na maior e mais completa avaliação rodoviária periódica executada no país. Seus resultados parametrizam estudos, avaliações e projetos. Suas informações são utilizadas por governos e iniciativa privada. Suas análises referenciam ações políticas com reflexos diretos sobre a economia, a sociedade e o Setor de Transportes.
Ciente desta responsabilidade, a Confederação Nacional do Transporte aprimora, a cada nova edição, os desenvolvimentos tecnológicos de coleta de dados, o detalhamento dos resultados e a disponibilização das informações. Tudo com o claro objetivo de mostrar aos brasileiros a importância de se ter uma infra estrutura rodoviária de qualidade, pois dela depende o próprio crescimento do país.
Em 2005, a Pesquisa atingiu novo recorde ao avaliar 81.944 Km, que compreendem a totalidade das rodovias federais e também toda a malha concessionada, além das principais rodovias estaduais. A coleta de dados foi informatizada e os pesquisadores puderam enviar dados a partir da estrutura de Unidades do SEST/SENAT, distribuídas em todo o território nacional, integrando ações do Sistema CNT.
Para os próximos anos, visualizamos um amadurecimento ainda maior da Pesquisa Rodoviária CNT, agregando sempre soluções que tragam resultados cada vez mais precisos e confiáveis. Da mesma forma, reiteramos nossos desejos de melhores condições em nossas rodovias. Tudo para que o transportador possa continuar a empreender e a manter seu papel fundamental, de agente do desenvolvimento e de cidadão.